sábado, dezembro 11, 2004

A Cor



A cor da vida
Julgava-se de partida
Pensava que fazia o que queria
Que me abandonava e ia
Só se esqueceu
Que o coração já antes bateu
E assim se lembrou
Aquilo que já passou
E que não há amor sem cor
Nem vida sem amor

1 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Comparando a evolução de todos os teus poemas ao longo deste tempo a um avião numa pista, diria que a tempestade está cada vez mais longe e o avião prepara-se para levantar...
Se estiver enganada... É a merda dos poemas... São subjectivos!

Beijinhos!
Ana Sofia

9:32 p.m., setembro 30, 2005  

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