A cor da vida Julgava-se de partida Pensava que fazia o que queria Que me abandonava e ia Só se esqueceu Que o coração já antes bateu E assim se lembrou Aquilo que já passou E que não há amor sem cor Nem vida sem amor
Comparando a evolução de todos os teus poemas ao longo deste tempo a um avião numa pista, diria que a tempestade está cada vez mais longe e o avião prepara-se para levantar... Se estiver enganada... É a merda dos poemas... São subjectivos!
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Comparando a evolução de todos os teus poemas ao longo deste tempo a um avião numa pista, diria que a tempestade está cada vez mais longe e o avião prepara-se para levantar...
Se estiver enganada... É a merda dos poemas... São subjectivos!
Beijinhos!
Ana Sofia
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