sábado, dezembro 11, 2004

Um tema diferente...

Este é um poema que eu escrevi para os caloiros do meu curso declamarem à nossa reitora no decurso de actividades da semana académica conhecida em aveiro como "enterro". Dado que todos os anos há um desfile pela cidade dos caloiros de todos os cursos da universidade, abarcando cada curso um diferente tema, tratando assim de arranjar diversificados adereços que os identifiquem com aquilo que encarnam. Neste ano o tema escolhido pelo meu curso foi dedicado ao grande povo de grandes conquistas no passado os vikings.





Discurso de EGI para o desfile de 2004

Passsado distante mas por nós não esquecido
Um final de século VIII de força humedecido
Pelo suor libertado numa formidável
Expansão de um povo muito temido
Vikings é o nome a estes gigantes atribuído.

Vieram de entre os escandinavos
Suécia, Dinamarca e Noruega é o berço de estes homens bravos
Devido talvez a um agravamento climático incontrolável
Ou procura de um ponto de escoamento comercial mais estável
Deu-se início a uma conquista quase interminável

Homens fortes e determinados com abição desmedida
Conseguiram com coragem e bravura uma conquista em muita parte sentida
Estes feitos não esquecidos
São hoje por nós personalizados
Numa outra era com diferentes objectivos

Os barcos imponentes do passado
Conduzem-nos hoje a outro sonho arrujado
De forma civilizada não menos entusiasmada
Lutamos por um futuro melhor
Não por um alargamento terretorial ou um fluxo comercial
Mas por um humilde e merecido lugar no mundo empresarial

Lutamos todos os dias nem sempre com estudo mas dedicação
Para alcançarmos a nossa ambição
Como os nosssos antepassados se depararam com dificuldade e receio
Também nós nos deparamos com alguns fantasmas no nosso meio
Talvez seja assustador
Mas se um dos fantasmas se chamar deesemprego
Então terá realmente valor o nosso medo

Tal como os Vikings sobre a dificuldade semearam a vitória
Para assegurar a vida sem carências nem tristeza
Sem faltar em cada lar e em cada mesa
Para que de uma vida despida não houvesse memória

Nós venceremos o desemprego
Não nos deixaremos rebaixar por nenhum tipo de medo