sábado, dezembro 11, 2004

29 de Agosto de 2005




A Lua tão pura na sua brancura
Tão serena na sua brandura
Tua face linda veste sua face nua
E a tua lembrança enche esta rua tão tua

Teu cheiro lembrado por esta linda flor
Esta dor lembrando a ausência do teu amor
Teu sorriso lembrado a cada folha que piso
Tua voz tão doce
Como se de uma criança fosse

Provocou em mim
Uma dor sem fim
Por um amor sem inicio
Vivo num sofrimento que já parece um vicio