29 de Agosto de 2005

| A Lua tão pura na sua brancura Tão serena na sua brandura Tua face linda veste sua face nua E a tua lembrança enche esta rua tão tua Teu cheiro lembrado por esta linda flor Esta dor lembrando a ausência do teu amor Teu sorriso lembrado a cada folha que piso Tua voz tão doce Como se de uma criança fosse Provocou em mim Uma dor sem fim Por um amor sem inicio Vivo num sofrimento que já parece um vicio |

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