sábado, dezembro 11, 2004




Não posso deixar que te leve
Do meu coração a distância da partida,
Que ausênia do teu olhar cheio de vida
De à minha vida a cor da neve
Não mais ouvir tua voz terna e doce
Fez com que a vontade de ouvir se fosse
Não mais tocar a tua pele doce de seda
Fez com que do tato tivesse a perda
O desaparecimento do teu beijo
Deixou em mim a carência do desejo
O teu afastamento
Transformou o meu coração em poeira
Largado ao vento
A vida inteira