terça-feira, dezembro 14, 2004

Serás sempre...




És o volume do meu suspiro
O silêncio do barulho que me rodeia
A parte bonita das coisas que olho
A parte macia das coisas que toco

Ocupas toda a parte viva do meu ser
És quem aconchega as batidas do meu coração
De tal forma que bate quase sem interrupção

A tua grandiosidade é a linha que traça o meu destino
O teu coração o fim dessa linha.

5 Comments:

Anonymous Anónimo said...

adoro os teus poemas, alias kem nao gosta??? este e sem duvida um dos meus preferidos...continua a exprimir os teus sentimentos pelas palavras mas lembra te que a vida segue em frente e dar-te-a a chance de os exprimires por actos...mas kem sou eu para dar concelhos?mas sempre k precisares estarei disponivel para te ouvir,anigos dos meusamigos meus amigos sao...kiss..sara****nefertite

4:25 p.m., janeiro 27, 2005  
Anonymous Anónimo said...

Ola, camarada! Aí está um poema, que embora nao seja aquele que mais traduz a tua poesia, uma vez que os restantes expressão mais sentimento e pensar. Acaba por ser um poema simples mas lindo, que eu proprio te pedi para utilizar...
Gostei de outros como o poema para o dia da mãe, em que mostras aquilo que sentes pela tua mãe duma forma que ja muito poucos são capazes de utilizar, mas magnifica!!
Não posso terminar este comentário sem realçar uma particularidade só tua, que talvez Fernando Pessoa me ajude a explicar:

O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente(...)

... acho que já entendeste! Tendo em conta a tua vida, vivencia e o sentimento que atribuís a quase tudo o que se passa contigo, nao precisas de ser um fingidor para sentires "A dor que deveras sentes" pois escreves sobre essa "dor" sem fingimento. Quase como se a tua vida por si só, fosse uma fonte de matéria prima para aquilo que escreves, Parabens!!!
Assim termino este comentário, lamentando apenas o facto de não seres mais valorizado, pelo que escreves e pela pessoa que és, de resto como já te disse em outras conversas adorei o blog. Parabens!!!

Um abraço
Ricardo Carvalho

4:27 p.m., janeiro 31, 2005  
Blogger soutinho said...

Este é talvez o meu poema mais puro e inocente talvez por ter sido escrito numa época de grande felicidade. É também o meu preferido, foi dos primeiros que escrevi. E tem também um significado especial pois com ele ganhei um concurso do dia dos namorados ganhando um presente para oferecer à na altura minha namorada...na altura foi bonito!

12:40 a.m., setembro 24, 2005  
Anonymous Anónimo said...

boas!
por estranho que pareça vou ter que comentar o teu blog por escrito.
somos amigos há muitos anos (grandes amigos) e temos discutido verbalmente os poemas e os seus contiudos, por isso sabes que eu entendo muito bem o rumo desorientado e escuro que a tua poesia tomou, mas por um lado é sofrer por uma ferida por outro lado, e ai é que eu não concordo, é falares das tuas acções do passado como referes na ultima linha do teu comentario a este poema.
lembra-te que foi bonito na altura e agora tambem.
as coisas bonitas não devem desaparecer só porque acontecem coisas más, por isso esquecendo as coisas más recorda o que de bom te aconteceu...



um abraço

D. Monteiro

9:18 p.m., janeiro 19, 2006  
Anonymous Anónimo said...

gosto de pessoas transparentes e este poema respira sinceridade, amor, dedicacao...sera k algum dia sentirei sentimento tao nobre?!?!tu sentiste e das a conhecer esse estado de alma no teu poema...estou encantada, fascinada com o poder k das as tuas palavras...SM

1:27 a.m., maio 05, 2007  

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