quarta-feira, dezembro 22, 2004



Como toda esta areia que vez dissolver-se no mar
Eu me perdi na profundeza do teu olhar
Como a imensidão de água que se perde no horizonte
Eu me perdi no labirinto que até teu coração faz de ponte
Como as ondas que rebentam no paradão
Rebento eu por ti de paixão
Toda a beleza deste mar tão só que quase me mata
Apenas é comparável ao reflexo que vez
Quando olhas sua face de prata
Esta areia tranquila e sedosa
Lembra-me o contorno da tua pele tão gostosa
A combinação perfeita entre a areia e o mar
Lembra-me como é bom amar
Vejo um barco perdido e com ele me identifico é aí que acordo
E então vejo que é de ninguém que recordo

1 Comments:

Blogger soutinho said...

Este à semelhança do anterior tambémm foi escirto junto a mar, esse meu tão grande conselheiro, um pouco mais tarde talvez com um pouco mais de lucidez...

12:35 a.m., setembro 24, 2005  

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